domingo, 10 de abril de 2011

Trilha até o Pico do Gavião em Andradas/MG

   Olá pessoal, realizamos hoje um super pedal até o Pico do Gavião em Andradas/MG. Estávamos em mais de 60 bikers e pudemos contar com a presença ciclistas de várias cidades da região. Da região de Campinas tivemos integrantes dos grupos Domingueiras Bike, do Mais Aventura e do MTB Jaguariúna. 
   Fizemos a trilha com o pessoal de Andradas (Todos gente finíssima como diria o Zwi!) que nos guiaram até o pico através da trilha do Pinheirinho. Durante o caminho pudemos contar com o suporte do carro de apoio que levava frutas e água além de um mecânico para possíveis eventualidades (que ocorreram, mas foram poucas!).
   A trilha até o pico é muito bonita mas exigiu da galera um gás extra, pois são quase 700 metros de desnível em relação a cidade! Apedar disso o pessoal estava bem preparado e, por isso, subimos relativamente tranquilos. Durante o percurso o pessoal interagiu bastante! Foram inúmeras as conversas e as brincadeiras que fizemos! Demais galera! Chegando próximo ao pico enfrentamos uma subidinha razoável... rsrsrsr. Muitos lembraram das conhecidas "deus me livre em Trindade" e a da "Pedra Grande em Atibaia"... 
   Mesmo assim, uns mais rápidos e outros em seu próprio ritmo, todos chegamos ao cume! 
(somenteocumeinteressa, lembram? ke ke ke). Lá de cima a vista é deslumbrante! É possível avistar de lá várias cidades da região assim como os outros morros próximo ao pico... Aproveitamos a vista ainda para tirar muitas fotos e para descansar um pouquinho antes da volta... Foi possível também saborear mais algumas frutas que estavam no carro de apoio (banana, laranja e melancia)! Na volta enfrentamos 14 km de descida forte que exigiu bastante dos freios mas muito mais da nossa habilidade com as descidas! Felizmente acho que tivemos apenas uma queda leve. Sem maiores consequências... Chegando lá embaixo pedalamos mais 10 km até o ponto de encontro em Andradas onde nos despedimos do pessoal da cidade... Depois disso uma parte da galera retornou enquanto a outra parte resolveu se reunir para o almoço antes de nos despedirmos. Novamente foram bons momentos de conversa e descontração onde novamente pudemos falar sobre nossas aventuras e dos planos futuros!!!
   Finalizando, foi um show de pedal! Certamente iremos repeti-lo novamente levando mais amigos desta vez!

   Deixo aqui o meu agradecimento especial ao nosso grandeeeee amigo Paulo Brother! Primeiramente pela carona para o pedal mas principalmente pela sugestão e organização dele! Valeu Brother! Nos vemos aos domingos!

Cliquem nas imagens abaixo para visualizarem os albuns!


Denis
Jota
Pedro
Marcos

Abraços. 
Denis Rodrigues

domingo, 27 de março de 2011

Trilha até a Pedra Grande em Atibaia/SP

   Fala galera! Domingão de Sol e mais uma vez a galera se uniu para fazer um mega (e põe mega nisso! rsrsrs) pedal em Atibaia. Conforme tínhamos definido escalarmos, ops, pedalamos até o topo da Pedra Grande, um lugar lindíssimo mas que exige do pedaleiros um ótimo preparo físico... Principalmente pelas várias subidas que enfrentamos. Desta vez resolvemos ir até o topo por um caminho alternativo que sem dúvidas é muito mais bonito que aquele que utilizamos para retornar... Mas como nada na vida é de graça rsrsrs... Enfrentamos subidas fortíssimas e descidas super técnicas, que, confesso, nunca tinha encontrado antes...



   Quem conhece a Pedra Grande sabe que a vista lá de cima é muito bonita! O que prejudica um pouco o acesso é a quantidade de carros que encontramos no finalzinho da trilha, depois que saímos do caminho alternativo... Em alguns pontos não teve choro não, tivemos que descer e empurrar as magrelas para evitar atropelar os carros que desciam da Pedra... risos


 

   Chegando ao cume (sóocumeinteressa, lembram? risos), aproveitamos para tirar altas fotos lá de cima e descansar um pouquinho antes da volta! A descida foi rápida mas tive que descer de lá com muito cuidado, pois novamente fiquei sem a minha suspensão! Isso mesmo, 12 km de descida no braço! Vixi! Felizmente chegamos todos bem ao ponto de encontro apesar deste contratempo!

    Galera, o pedal foi demais! Espero que possamos repeti-lo novamente! Abraços e até a próxima!


Denis Rodrigues

sábado, 12 de março de 2011

Cicloaventura pela Serra da Canastra (2º CarnaCiclo)

 
   Fala galera! Seguindo o que já está se tornando uma tradição este ano novamente me aventurei pelos caminhos da Serra da Canastra em Minas Gerais. Diferentemente do ano passado este ano fui muito bem acompanhado! Meus caros parceiros do Domingueiras Bike Campinas e do MTB Jaguariúna foram os amigos de pedal desta vez! Então vamos aos nomes dos caveiras (os apelidos e as histórias... e tem cada história... eu conto logo abaixo!).

1 - Adriel, não faltaram risadas hein Prateado! kkkkk
2 - Albert, surpreendeu no pedal! Caveira na descida!
3 - Ciça, digamos que ela tem um segredo para afugentar o frio, risos
4 - Denis, risos, de mim não vou falar nada não! Os outros é que falem. kkkkk
5 - Jota, organizou um show de pedal! "Jota. Brigado Jotaaa!"
6 - Leandro, na volta comeu o misterioso X-EGG! kkkkk
7 - Pedro, capitão Nascimento. Missão dada é missão cumprida!
8 - Sebastião, soldado Matias. Vai ser promovido!
9 - Zwi, bastião da cultura! Gostou? Achei no Orélho. kkkkk

Para quem não entendeu nada siga lendo que eu tento explicar ok!

Preparativos

   Carnaval chegando, a galera louca para pedalar e um lugar com trilhas hiper legais não tão longe daqui... Mistura interessante não?! Então, não podia acabar diferente! Pegamos tudo isso, misturamos e colocamos (aqui o maior mérito vai para o Jota é claro!) uma pitada de organização... Depois de tudo misturado o resultado. 2º Carnaciclo na Serra da Canastra!!! 

Dia 05, partida de Campinas e a caminhada na lama!


   O tão aguardado dia chegou. Ebaaaa! Assim nos dirigimos, eu, Pedro e Tião para nosso ponto de encontro na casa da Ciça. Lá nossa queria companheira de pedaladas e de aventuras nos esperava com uma deliciosa surpresa! Esfirras e Kibes  quentinhos que, lógico, não recusamos é claro! Aproveitamos para colocar o papo em dia, falar sobre o tempo e nossas expectativas sobre a aventura... Terminada a conversa e com todo mundo satisfeito partimos para Jaguariúna para encontrar o restante do pessoal na casa do Jota.

   Chegando em Jaguariúna fomos as apresentações! Conheci o Leandro e o Adriel (duas figuraças do MTB!!!) e apresentamos o Tião para a galera! Aguardamos mais um tempinho o Zwi e o Albert chegarem, checamos o resto da bagagem e partimos rumo a São Roque de Minas! O maior trecho deste percurso eu já conhecia da minha viagem anterior a Serra da Canastra, quando acampei em Delfinópolis no Carnaval do ano passado... Vejam abaixo as distâncias aproximadas:




Abaixo seguem as distâncias aproximadas que percorremos...

Cidades Distância entre cidades Acumulada
Campinas 0 0,0
Jaguariúna 28,0 28,0
Mogi Mirim 36,0 64,0
Mogi Guaçu 7,5 71,5
Casa Branca 64,5 136,0
Mococa 37,0 173,0
Arceburgo 16,5 189,5
Monte Santo de Minas 26,5 216,0
São Sebastião do Paraíso 35,0 251,0
Itaú de Minas 36,0 287,0
Passos 18,0 305,0
Capitólio 71,3 376,3
Piumhi 22,2 398,5
São Roque de Minas - Pousada Casca Danta 96,1 494,6


    Partimos da casa do Jota às 01h30 e fizemos uma viagem foi muito tranquila. Pegamos pouco trânsito nos dirigindo para o sul de Minas, mas nossa companheira inseparável, a chuva ("serração mineira", risos), nos acompanhou até a chegada. Algumas vezes mais forte, outras mais fraca... mas sempre presente. Quase chegando ao nosso destino paramos em um posto a beira para "esticar as pernas" com dizem por ai e presenciamos uma cena inusitada! Dois colegas, um em pé, querendo cair no mundo com a sua moto e um outro ainda deitado, provavelmente de recuperando da folia da noite anterior... Até ai tudo normal a não ser pelo afeto demonstrado ao acordar o companheiro dorminhoco que levava repetidos chutes (a famosa bica) para despertar e espantar a preguiça! Bom, não posso dizer que é afetuoso mas que acorda, acorda! risos  

  Pouco tempo depois chegamos em São Roque de Minas e nossa pousada. Descarregamos as tralhas e a maioria de nos dormiu até a hora do almoço para recuperar as forças... A tarde demos mais uma enrolada no tempo e logo depois disso resolvemos fazer uma expedição de reconhecimento, a pé, para verificar como estava o terreno no qual pretendíamos pedalar. Só sei que quem estava mais limpo só não tinha lama no cabelo! hahaha!



   Foi nesta caminhada que a expressão caveira (termo que usamos para tudo que considerávamos difícil e radical) foi cunhada! Surgiu também uma brincadeira entre nós na qual começamos a chamar o Tião de soldado Matias (até que parece né! kkkkk) e o Pedro e o Jota de capitão... (Ok, surrupiamos mais algumas frases do filme confesso!). Imaginem só a enxurrada de piadas e brincadeiras que fizemos depois disso... Foi ou não foi soldado? kkkkk
 


   Depois daquele lamaçal resolvemos fazer um pedalzinho light na esperança de um tempo melhor na segunda. A noite jantamos em um restaurante próximo à pousada, conversamos bastante e fomos descansar mais cedo. Antes disso demos uma passada na cafeteria do Raul, ciclista que veio de SP e se instalou em São Roque com a sua família...

Dia 06, pedal até Vargem Bonita

  
   Acordamos todos de manhã e fomos tomar café. Durante o desejum, e com a chuva caindo, resolvemos realizar um pedal light (hahahahaha!!!) até a cidade de Vargem Bonita.


Decidido isso, e todos devidamente alimentados partimos. A ida até Vargem foi realmente muito tranquila, pudemos aproveitar a paisagem e tirar alguma fotos durante o percurso.
A cidadezinha fica em um vale e na sua chegada tem um decidão de botar medo! No final dela atravessamos o Velho Chico e entramos na cidade. Neste ponto demos uma paradinha para reagrupar a galera e tivemos a chace de conhecer mais um companheiro de pedal, o Valdir, que nos acompanhou durante o pedal. Depois fa galera reunida resolvemos fazer um tour pela cidade procurando um lugar para almoçar. Andando pelo centro encontramos um senhor muito simpático, cidadão típico de Vargem Bonita, cantor, que nos deu uma palinha de seu repertório. Aproveitamos o momento para prestigiá-lo na cantoria e para tirar algumas fotos!

   Exatamente neste momento passaram (e pararam! vixi!) 3 ciclistas com a bikes lotadas de barro da Canastra. Perguntamos onde estavam indo e eles, 2 garotas e um rapaz, nos disseram que estavam indo até a Casca d'Anta... Claro que não perderam a oportunidade de fazer uma pequena gozação com as nossa bikes limpinhas... Naquela hora senti que a moral do grupo deu uma balançada... Mas este encontro serviu para atiçar ainda mais nossa gana por uma boa trilha!

   Nos despedimos daquele senhor (cantor) e do pessoal do MTB e fomos almoçar. Encontramos um restaurante na frente da igreja da cidade e decidimos ficar por ali. Almoçamos tranquilamente e aproveitamos a praça na frente para descansar um pouquinho antes da volta para São Roque... O legal é que fizemos isso ao som do forró da Lagartixa! Vai o refrão ai para curtirem também!!! kkkkk

    "Ele não é gay, ele não é bicha ele só tá dançando a dança da lagartixa..."

   Cara, impagável a música! Imagina o refrão repetido umas cem vezes, com a galera cantando e dançando no meio da rua! kkkkk, acho que nunca mais vou esquecer a letra! kkkkk "Ele não é g..." ops! Deixa prá lá!
    Descansados resolvemos partir! Levantamos acampamento e pegamos o caminho de volta. Depois de enfrentar a subidinha (ufa!) na saída da cidade pedalamos mais um trecho até o trevo da cidade. Chegando lá decidimos retornar pela terra para sujar um pouquinho as bikes né! Assim decidido enfrentamos a nossa segunda aventura (primeira em cima da magrela) na lama! No início a trilha, apesar de escorregadia, não estava muito pesada não, mas com o passar dos quilômetros começamos a enfrentar o barro pesado. Só sei que de tempos em tempos tive que parar a bike para destravar a relação e a rodas (isso mesmo! as rodas!) que ficaram travadas devido a quantidade de barro que grudava nelas! Apesar da dificuldade e dos tombos, da Ciça, do Albert e do Valdir (esqueci alguém?) por causa do chão que mais parecia um sabão não tivemos maiores contratempos. No finalzinho da trilha, quase chegando em São Roque, enfrentamos o pior trecho da trilha com a lama impedindo qualquer tentativa de pedal (só o caveira do Leandro passou pedalando no trecho mais hard!). Enfrentados os desafios chegamos na pousada de alma lavada (pensando no trio de bikers que encontramos em Vargem) e de corpo sujo! E bota sujo nisso! risos
  
Já na pousada, depois do banho tomado e das bikes limpas, resolvemos variar o cardápio e pedimos lanches para comer! Foi ai que surgiu o causo do X-EGG! Todos pedimos lanches "tradicionais" para comer, tipo frango com bacon, X-TUDO mas um de nós resolveu diversificar né Leandro. kkkkk Ele pediu um singelo X-EGG mas acabou comendo um um X-Milho mesmo. kkkkk Explicando melhor o X-EGG não tinha ovo! Pode isso? Vixi! Bom, a segundo causo envolvendo comida foi meu! Ai ai ai ai! Mas este fica para daqui a pouco, para a viagem de retorno!

   Depois de muita zoação fomos dormir pensando no derradeiro dia! O pedal até a parte alta da Casca d'Anta!

Dia 07, visita a Casca d'Anta

    No dia anterior tivemos a oportunidade de fazer amizade com  um grupo de jipeiros de Bauru! O pessoal é gente finíssima como diria eu mesmo! Conversamos sobre as nossas aventuras e sobre nossas paixões! É claro que não podia faltar na conversa a chuvarada que insistia em cair e a lama que estava por todo lugar que passávamos... Foi ai que eles resolveram nos ajudar no pedal do dia seguinte! Explicando melhor, até a subida da encosta da montanha que leva a entrada do parque da Serra da Canastra existe um trecho muito ruim de estrada de terra de uns 3 km aproximadamente! O pessoal do jipe, que adora um barrinho para enfrentar com os possantes, resolveu nos ajudar com a travessia deste trecho... Não nos fizemos de rogados (já conhecíamos aquele trecho da caminhada do primeiro dia) e aceitamos a carona até o início da subida de 5 km! Assim arrumamos um pretexto para dar uma voltinha nos jipes também né! risos

Assim, acordamos bem cedo e ajeitamos as bikes na carretinha deixando ela preparada para engatar no jipe! Demos uma acelerada no café para não atrasar nosso companheiros e embarcamos! Como o trecho era curto chegamos rápido ao pé do morro, descarregamos as bikes e agradecemos enormemente a cortesia! Fizemos os últimos ajuste no equipamento e começamos a subida! Infelizmente devido ao trecho escorregadio e esburacado que passamos o cambio da bike do nosso colega Adriel sofreu uma pequena avaria! Mas missão dada é missão cumprida né Prateado! Caveira que é caveira sobe morro com lama mesmo com marcha faltando!

Assim, apesar deste pequeno contratempo enfrentamos 5 km de subida e um desnível de mais de 600 metros rumo a entrada do parque na parte alta da Serra da Canastra com o objetivo de atingir a Casca d'Anta. Na subida, para variar, tivemos que lavar as bikes 2 vezes para desgrudar o barro (mais precisamente argila) que insistia em tomar conta da relação da bike. E olha que isso não foi preciosismo não viu! Se não tirasse acredito que o material não ia dar conta não... (meu conceito de barro mudou depois disso). Foi cunhada até uma nova expressão (fala ai Albert, rsrsrsrs) que diz o seguinte: "Não quer barro? Vai pedalar no Taquaral!" kkkkk Usamos esta pérola no pedal inteiro para brincar uns com os outros!

   Depois do sobe sobe sobe chegamos finalmente a entrada do parque. Pagamos a entrada (R$ 6,50 por pessoa) e continuamos o pedal! Pedalamos por paisagens lindíssimas e, desta vez, sem a nossa companheira chuva até chegar a nascente do rio São Francisco.


   Aproveitamos para tirar algumas fotos, e a Ciça para abraçar o Santo (isso não seria um pecado??? risos), antes de continuar o pedal até a cachoeira. Durante o pedal pude contemplar o quão magnífica é a natureza que nos cerca... Pena que este equilíbrio seja tão tão tênue nos dias de hoje com a exploração desenfreada dos recurso naturais do planeta... Considerações a parte foi um momento legal para refletir sobre a vida, sobre os nossos desafios do dia a dia e para contemplar a natureza.

   Acompanhando (ou tentando né Jota, risos) meu recente mas já grande amigo Jota chegamos no Curral de Pedra antes do pessoal. Aproveitamos para tirar algumas fotos e para conversar sobre a nossa sorte de não estar pegando chuva durante o pedal... Reunida a galera resolvemos comer alguma coisa antes de continuar o pedal até Casca d'Anta. 

   Continuamos a caminhada, ops, pedalada, e chegamos finalmente a parte alta da Casca d'Anta! Posso garantir que o lugar é realmente tudo aquilo que disseram, ou seja, maravilhoso! Imaginem um local cercado de vegetação nativa, com um rio de águas límpidas e uma cachoeira enorme caindo de mais de 180 metros de altura! Imaginou? Então esqueça ok! Tem que ir lá pessoalmente para ver com os próprios olhos o que estou dizendo! Aproveitamos bastante os encantos do lugar, comemos bastante, enchemos as mochilas de hidratação com a água da montanha e iniciamos o retorno!

   A volta também foi tranquila, bem mais leve que a ida (pelo menos dentro do parque porque a trilha estava melhor e não encontramos subidas fortes) o que facilitou o pedal... Chegamos a portaria do parque aproximadamente 18h20, no comecinho da noite, (Caveiraaaaa!) e preparamos os faróis para a descida que iríamos enfrentar... Leandro, Ariel e eu descemos primeiro. A galera aproveitou o hiper, mega, master farol do Jota e desceu na cola dele sem maiores problemas... Descendo com o meu farolzinho meia boca acabei alcançando uma Tucson que tinha passado pela gente. Quase no final daquela piramba vi o carro deslisando perigosamente de lado! Juro que ele só parou a um metro da borda da montanha... O cara tinha sangue frio... Admirei isso... eu tinha pulado fora! kkkkk

   Como se no dia não tivéssemos  tido grandes aventuras pegamos ainda, a uns 500 metros do asfalto, o pior barro do trajeto! Mas enfrentamos de boa e mesmo sem tomar banho fomos jantar né, porque ninguém é de ferro!

   Certamente este foi um dos melhores pedais que já fiz, tanto pelos desafios quanto pelas paisagens naturais que pudemos presenciar... Sem falar das companhias é claro né pessoal!!!

Dia 08, o retorno para casa!

   No dia anterior tivemos a providencial ajuda de uma WAP para desincrustar todo o barro das magrelas... Assim as embarcamos todas limpinhas para a volta! Fizemos uma viagem tranquila de retorno, sem muito trânsito mas com uma breve mas forte chuva perto de Itaú de Minas. Aproximadamente na metade do caminho de volta paramos para almoçar em um restaurante na beira da estrada... Lembra do X-EGG do Leandro? Então, agora ele conseguiu comer um com a ajuda do Pedro! (Fala ai Capitão! kkkkk). Seguinte, tem que ser no popular com a galera mesmo. Não adianta enfeitar que o rango não sai não. Vejam o meu caso. Estava com sede pedi uma água para o garçom da seguinte forma: "Amigo, vê uma água sem gás e na temperatura ambiente para mim". Nesta hora percebi olhares atravessados que partiam da mesa para mim. Sem entender nada mas com o sentimento que algo tinha acontecido fui prontamente socorrido pela Ciça com a singela expressão (Ela olhava para o garçom enquanto dizia) "sem gelo". kkkkk. Olha ai a última bola fora da ciclotrip! kkkkk. O garçom não entendeu o que era água na temperatura ambiente... Vixi. Falha nossa!!! kkkkk. Imagina só se não me zuaram um pouquinho! kkkkk Conclusão: Água na temperatura ambiente com X-EGG nem pensar!!! É pedir e passar fome! risos

   Depois disso continuamos o percurso e chegamos finalmente em Jaguariúna encerrando nossa aventura! Valeu demais pessoal!!! Foram muitas risadas, muita diversão e, principalmente, muito companheirismo e amizade em nosso pedal! Valeu Adriel, valeu Albert, valeu Ciça, valeu Jota, valeu Leandro, valeu Pedro, valeu Sebastião e valeu Zwi. Vocês foram supimpas! (nossa, existe esta palavra ainda? risos). Foi uma honra participar deste segundo CarnaCiclo na Serra da Canastra com vocês!

Cliquem na imagem acima para visualizarem as outras fotos!


Vejam os outros relatos desta aventura!


Blog do Pedro Barreto!

Fotos e GPS do Sebastião! [1] [2] 

Abração pessoal e até a próxima! 

Denis Rodrigues.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cicloviagem pela Costa Verde - 255 km

Atualização [14/julho/2011] 

    Pessoal, somente agora consegui fazer o upload de um vídeo com mais de 15 min. no Youtube! Ebaaaa... Assim segue abaixo o registro em vídeo da nossa cicloviagem! 

Abs.


Preparativos

    Seguindo o que já está se tornando uma tradição para o grupo resolvemos fazer neste ano (2010) uma nova cicloviagem. No ano passado pedalamos (clique aqui para ver como foi!) pelas serras da Bocaina e da Mantiqueira nas divisas dos estados de Minas, São Paulo e Rio e este ano optamos por uma cicloviagem mais leve. Discutindo as opções resolvemos fazer então um pedal pela Costa Verde na rodovia Rio-Santos (BR 101) de Caraguatatuba/SP até Ilha Grande (Angra dos Reis/RJ). Nosso grupo foi formado por 6 integrantes: Ciça, Denis, Gustavo, Paulo, Ribas e Zwi. Nosso grande amigo Roni, companheiro da viagem anterior, não pôde nos acompanhar este ano devido a assuntos pessoais.

Zwi, Gustavo e Ribas ainda em Campinas


Dia 12 de Junho - Saída de Campinas/SP, visita ao morro de Santo Antônio e viagem de Caraguatatuba/SP à Ubatuba/SP


Denis e Zwi
A viagem até o litoral foi tranquila descontando, é claro, o sono e o friozinho que fazia na estrada. Por sorte apenas nosso amigo Paulo (risos) sofreu com um vento incômodo que congelou suas pernas até pelo menos metade do caminho! Não aguentando mais ver aquilo resolvemos finalmente lhe oferecer um cobertor (era um saco de dormir!) para amenizar o frio! No meio do caminho demos aquela paradinha estratégica, em São José dos Campos, para esticar as pernas e comer algo chegando em Caraguá antes do alvorecer.



Vista do topo do morro de Santo Antônio
 Paramos em frente ao Morro de Santo Antônio e, apesar da garoa fininha que caia, resolvemos subir até o topo. Caminhamos por aproximadamente meia hora por uma subida bem ingrime, atingindo finalmente o cume. Neste momento pensamos que tínhamos perdido a viagem, pois a visão da orla estava toda ofuscada devido à neblina. Na ocasião fomos recompensados (e surpreendidos!) com uma abertura repentina do céu causada pelo vento e conseguimos observar todo o litoral que se abria a nossa frente. Depois de poder admirar aquela bela paisagem descemos com as energias renovadas para o primeiro dia de pedal.

    Como o tempo "corria" tomamos um café reforçado em uma das padarias da cidade, nos despedimos do nosso motorista (que é também companheiro de pedaladas!) e de seu navegador e partimos rumo à praia de Itamambuca em Ubatuba.

    Neste trecho, entre duas cidades, tivemos que pedalar com cuidado pela rodovia, pois o tráfego de veículos apesar de não tão intenso, existia. Fizemos algumas paradas para tirar fotos e para almoçar além de conhecer algumas praias que íamos encontrado pelo caminho. Neste primeiro dia os apelidos começaram a surgir com grande velocidade...
Zwi, Paulo, Gustavo, Ciça, Denis e Ribas
Ficamos sabendo de um tal "gordinho da bike" que despontava na frente e era inalcançável (e pensavam que ele não pedalava nada hein dona Ciça!).
Passamos um dia muito tranquilo ora cantando, ora contando piadas e ora rindo uns dos outros. Tudo isso em grande harmonia uns com os outros até o nosso destino final.

Distância percorrida: 68,67 km

Frase do dia: "...eu achava que este gordinho não pedalava nada!"

Dia 13 de Junho - Ubatuba/SP (Itamambuca) à Paraty/RJ

Praia de Itamambuca - Ubatuba/SP
   Dia novo pedal novo! Mas antes disso eu, Paulo e Zwi resolvemos tomar um banho de mar. Acordamos bem cedo, antes do Sol raiar, e caminhamos da pousada até o mar. No caminho atravessamos um rio e um pedacinho de mangue, aproveitando a maré baixa, e chegamos à praia de Itamambuca. foi engraçado notar a diferença de temperatura existente entre a água do rio (bem fria) e a água do mar (não tão fria) na hora do banho. O lugar no qual estávamos era realmente muito bonito principalmente perto do nascer do Sol mas não pudemos ficar por muito tempo contemplando a paisagem porque ainda tínhamos muita estrada por percorer até Paraty.

   Logo após esta caminhada retornamos à pousada, tomamos café, ajeitamos as tralhas e partimos rumo ao nosso destino. Antes de pegar a estrada compramos uma garrafa de conhaque Domecq (só para deixar registrado aqui eu nem bebo ok! Por isso não posso ser acusado fazer com que a Ciça carregasse peso extra por mais de 100 km... sacanagem isso hein senhores! rsrsrsrs) que seria gentilmente carregada pela Ciça até a Ilha Grande.
Costa Verde - Ubatuba/SP
Costa Verde - Ubatuba/SP
Costa Verde - Ubatuba/SP




Pássaro atropelado na rodovia
Neste trecho, um dos mais bonitos da viagem, tiramos várias fotos e visualizamos lugares muito bonitos que raramente são apreciados quando fazemos tal viagem de carro. Esta é inclusive uma das vantagens de se viajar de bike que citamos para os amigos que nos perguntam sobre este tipo de passeio! Pudemos observar também muitos pássaros mortos na rodovia (possivelmente atropelados pelos carros) fato que, infelizmente, iríamos presenciar por todo caminho.



   Neste dia enfrentamos a subida mais longa do trecho que é aquela que existe entre as divisas dos estados do Rio e de São Paulo. Para a nossa sorte bem ali existe o famoso Bar da Linguiça onde paramos e pudemos comer algo antes de prosseguir.
Domingueiras pedalando
  Após uma breve pausa recuperamos as energias e continuamos a viagem. Quase chegando em Paraty o Paulo, carinhosamente chamado de penetra (olha a Ciça ai de novo! rsrsrs), foi acometido por uma dor repentina em seu joelho direito. Assim resolvemos caminhar alguns poucos quilômetros para que ele se recuperasse e pudesse continuar a viagem conosco! Tirando este pequeno incidente chegamos bem em Paraty e nos hospedamos na mesma pousada utilizada na cicloviagem de 2009. À noite saímos para passear e jantar e, incrivelmente, devido a gama de opções que tínhamos, escolhemos um restaurante não muito bom para comer... O peixe até que estava bom mas o bife fez chorar... Faz parte do jogo!


Distância percorrida:  53,50 km

Frase do dia: "...Paulo para que levar tanta coisa? Está fazendo mudança?" (Sobre o alforge dele, que era o maior de todos!)

Dia 14 de Junho - Paraty/RJ à Mambucaba/RJ

Forte de Paraty/RJ
   Após uma noite de sono bem dormida e do café da manhã pegamos a estrada. Antes disso tivemos que fazer uma parada estratégica em uma bicicletaria de Paraty para que a bike do Zwi fosse ajustada antes da viagem. Antes de sair da cidade resolvemos visitar o Forte Defensor Perpétuo. O lugar é realmente muito bonito e nos fez conhecer uma pequena parte da história da cidade...



Passeio encerrado, voltamos para a estrada novamente. A partir deste trecho o Ribas, apesar de não poder falar muito devido à uma súbita perda de voz  nos guiou pela orla fluminense.

Pedalando e cantando
É legal ou não é?
 Começou por me corrigir um erro básico que sempre passou despercebido. Sempre o chamei de "Ribas Carioca", mas Carioca é quem nasce na cidade do Rio de Janeiro (eu aprendi errado com a tia da escola acreditem!), quem nasce em outras cidades do estado, como ele nasceu, é Fluminense! Assim tive que me adaptar e começar a chamá-lo de "Ribas Fluminense" (com ênfase no "S"). Neste trecho encontramos obras de recuperação na estrada devido às quedas de barreiras, que inclusive encontramos por todo nosso caminho desde Caraguá. Estas obras felizmente não nos impuseram grandes dificuldades ou atrasos.

Vale citar aqui um episódio interessante que ocorreu entre as duas cidades. Ao pararmos na Toca do Pastel resolvi devolver um pouco de água para a natureza e fui ao banheiro. Querendo me pregar uma peça "todos" pegaram suas coisas e foram embora por uma descida de quase 2 km que existe a partir daquele ponto... Ao sair do banheiro não encontrei ninguém a não ser a mochila, a luva e cia. ltda. que o senhor Zwi esqueceu bem em cima da mesa... Resumindo, ele pegou só a bike e desceu todo tranquilo a ladeira abaixo! Como bom amigo peguei seus pertences e fui ao encontro deles lá em baixo. Ao encontrá-lo percebi que a "ficha já tinha caído" e ele estava quase fazendo o caminho de volta todo aflito para corrigir o esquecimento... A partir daí ele não tirou mais a mochila da costa por todo o passeio (risos). Tirando fotos, conhecendo praias e nos divertindo bastante chegamos à bela pousada na qual ficamos hospedados em Mambucaba/RJ. 

Vista da pousada em Mambucaba
À noite jantamos em um lugar simples, mas de comida muito farta e gostosa, e retornamos à pousada onde aproveitamos o fim da noite para conversar, cada um relembrando um pouco as experiências vividas no passado... 

Distância percorrida: 58 km

Frase do dia: "...e saiba que quem nasce no estado do Rio de Janeiro é Fluminense, não Carioca!" (Sorry for my mistake!)

Dia 15 de Junho - Mambucaba/RJ à Angra dos Reis/RJ (Ilha Grande)

   Novamente aproveitamos o amanhecer e eu, Ciça e Zwi resolvemos caminhar pela praia, pudemos observar os pescadores preparando os barcos para mais um dia de trabalho Desta vez não tivemos coragem de nadar mas fizemos uma pequena caminhada pela praia onde conversamos brevemente sobre o privilégio que é poder fazer uma cicloviagem por lugares tão bonitos quanto aqueles nos quais estávamos naqueles dias.

Neste dia o pedal foi leve, com a altimetria tranquila, e aproveitamos para realizar mais paradas e tirar belas fotos. Passamos pelas usinas nucleares de Angra e aproveitamos o lugar para mais alguns cliques! Chegamos em Angra dos Reis antes do horário do almoço, como tínhamos planejado, e procuramos um lugar para almoçar. Decidimos comer perto do cais do qual, ao saborear uma deliciosa picanha, pudemos observar por algum tempo todos os barquinhos que, mesmo atracados, navegavam em conjunto de um lado para o outro acompanhando o balanço do mar!

Barcos no cais em Angra dos Reis/RJ

Refeitos do pedal, depois do descanso e do belo almoço, resolvemos fazer um pequeno passeio pela cidade e fomos visitar o Colégio Naval de Angra. Apreciamos a bela arquitetura do lugar e nos safamos de ser repreendidos pelos guardas do local por pouco. Explicando melhor: na frente do Colégio Naval existe um sino que só pode ser tocado pelo pessoal autorizado e que a Ciça quase badalou! 

Colégio Naval em Angra dos Reis/RJ

   Finalizado o tour nos dirigimos para a Barca que faria a nossa travessia entre Angra e a Ilha Grande. Curiosamente viajamos bem no horário do jogo da seleção na Copa, mas conseguimos chegar na Vila do Abraão uns 20 minutos antes do jogo terminar e pudemos acompanhar a vitória da seleção. Para a estadia na Ilha não nos preocupamos em reservar a pousada com antecedência porque como viajamos fora de temporada poderíamos escolher com mais tranquilidade onde ficar. Durante a viagem até a Ilha conhecemos o Mateus que se ofereceu para nos mostrar a pousada que administra.

Paulo e Ciça jogando tênis de mesa

    Fomos até lá e gostamos das acomodações decidindo por ficar ali nos outros 2 dias que ainda nos restavam. À noite preparamos Domecq com café e os apreciadores puderam tomar um trago depois do jantar!

Distância percorrida: 55 km

Frase do dia: "...você não vem mais! Não vou trazer mais!" (Paulo, curtindo com a gente em resposta às brincadeiras que fazíamos com ele!)

Dia 16 de Junho - Ilha Grande - Praia dos Dois Rios e visita ao presídio da Ilha Grande

Trilha até os Dois Rios
   Depois de um café da manhã reforçado saímos para a nossa primeira aventura na Ilha Grande! Tiramos os alforges das bikes e resolvemos pedalar até a praia dos Dois Rios. Encaramos uma subida forte de mais de 4 km pedalando sobre uma estrada coberta com "pedras" formadas por restos de entulho de construção. Para quem não tem toda esta disposição existe um ônibus que faz este trajeto uma vez ao dia além de um carro de transporte que leva o pessoal até o campus da UERJ localizado naquela praia. Durante o percurso pudemos observar algumas pequenas cachoeiras além de escutar o canto dos pássaros que habitam a ilha.



Presídio colônia penal Cândido Mendes
Chegando à praia fomos visitar o museu que existe dentro do presídio (desativado em 1994) e pudemos conhecer um pouco da sua história. Soubemos, por exemplo, que alguns presos ilustres, como o ex-governador Leonel Brizola e o escritor Graciliano Ramos, que escreveu o clássico Memórias do Cárcere,   passaram por ali. Soubemos também que naquela época, devido à convivência entre os presos comuns e presos políticos, surgiu o Comando Vermelho. Depois do roteiro cultural fomos para a praia! Encontramos um lugar deserto, muito preservado e de beleza natural indescritível. 

Praia dos Dois Rios / Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ

   Perto do mar, onde a areia é mais compacta, pedalamos em um breve tour até a ponta direita da praia na qual um rio de águas cristalinas (e congelantes!) separava a praia do morro que tínhamos acabado de descer.
Depois de um banho de mar e de um refrescante (refrescante?) banho de lagoa fomos almoçar já tristes por ter que deixar um lugar tão bonito como aquele para trás.

Distância percorrida: 20 km

Frase do dia: "...pena podermos ficar tão pouco tempo em um lugar tão bonito assim!"


Dia 17 de Junho - Ilha Grande - Passeio de escuna até a Lagoa Azul

   Último dia na ilha e o primeiro sem bike! Acordamos cedo como sempre, tomamos um café da manhã reforçado na pousada e partimos nosso esperado passeio de escuna. Tivemos a oportunidade de conhecer dois pontos muito bonitos da ilha, o Saco do Céu e a Lagoa Azul

Lagoa Azul / Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ

 No trajeto até o primeiro vimos uma igrejinha (construída no século XVII para a catequese dos índios) construída apenas com areia e óleo de baleia além, é claro, da bela costa da ilha repleta de vegetação preservada e belas paisagens.

Mergulho entre os peixes
Praia de Japariz / Ilha Grande - Angra dos Reis/RJ
Embora não fosse verão a água do mar não estava gelada e aproveitamos o "mar plano" para nadar um pouquinho nesta nossa primeira parada. Apesar de bonito o que nos deslumbrou mesmo foi a parada na Lagoa Azul. Lá pudemos nadar entre os peixes e os corais marinhos aproveitando para conhecer um dos pontos turísticos preferidos dos turistas que frequentam a ilha. Vale comentar também que boa parte da diversão do passeio foi devida às brincadeiras feitas entre o Paulo e o Gustavo. Os dois tinham "tiradas" muitos rápidas e engraças um com o outros e nos fizeram rir unúmeras vezes. Aos dois deixamos os parabéns pelo divertimento! Antes do retorno paramos na praia do Japariz para almoçar retornando para a Vila do Abraão por volta das 16h00. À noite saímos para jantar e para comprar algumas lembrancinhas para nossas famílias.

Distância percorrida: N/A

Frase do dia: "...Only the best" (Zwi, ao descrever a sensação de nadar com os peixes ao redor apreciando a bela paisagem da Lagoa Azul)

Dia 18 de Junho - Despedida da ilha e retorno a Campinas/SP

   Dizem que tudo o que é bom dura pouco. Pelo menos desta vez foi verdade!

Jantar na noite anterior antes de deixar a ilha

Dia do retorno à Campinas acordamos cedo já arrumando as tralhas para não perder o horário da barca até Angra. Infelizmente não foi possível conhecer todas as opções de aventura da ilha desta vez ficando um gostinho de quero mais! Valeu a pena? "Tudo vale a pena se a alma não é pequena...". Nos divertimos bastante, estreitamos nossos laços de amizade e novamente conhecemos lugares e pessoas que nos fizeram refletir sobre o quão bom é viajar e fazer amigos.


Distância percorrida:  N\A

Frase do dia: "...tudo vale a pena se a alma não é pequena..." (Zwi, citando Fernando Pessoa no poema Mar Português...)

Agradecimentos
A todos aqueles que nos ligaram durante aquela semana desejando uma boa cicloviagem;
Aos colegas que fizemos durante o passeio;
Às nossas famílias, por nos apoiarem em mais esta aventura;
Ao Carlos Augusto Matos pela ajuda na revisão;
Ao Anselmo da Troféu Bikes pelo transporte.

Para ver outras fotos da viagem clique aqui!

Caso tenha algum comentário sobre este relato email-me: denis.rodrigues(arroba)gmail.com